Na sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026,
a tranquilidade de Afonso Bezerra, no interior do Rio Grande do Norte, foi quebrada por um crime brutal que trouxe dor e indignação.
Afonso Bezerra – RN 20 de fevereiro de 2026
Érica Jordana foi atingida por disparos de arma de fogo e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local.
Testemunhas afirmam que o autor seria o companheiro da jovem, identificado como Jayran, que foi imobilizado por moradores logo após os disparos e entregue às forças de segurança.
A Polícia Militar isolou a área e equipes da Polícia Civil e do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) foram acionadas para os procedimentos legais. O caso deverá ser investigado pela Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM), com a hipótese de feminicídio sendo considerada.
A morte de Érica é mais um alerta para a gravidade da violência contra a mulher.
O feminicídio não é apenas uma estatística: é a interrupção cruel de vidas, sonhos e histórias.
Cada caso exige respostas, justiça e ação firme para que nenhuma mulher seja apagada pela brutalidade.
Defende o fraco e o órfão; faz justiça ao aflito e ao necessitado.”
Que sua memória seja lembrada com respeito e dignidade.
E que sua história convoque a sociedade a refletir: combater o feminicídio é proteger vidas, é garantir que mulheres possam viver sem medo, é exigir justiça diante da violência.
Fonte: Blog Página Aberta Ecos da História
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