O suspeito, seu companheiro de 50 anos, já tinha histórico de violência e confessou o crime após tentar alegar suicídio. O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) como feminicídio.
O feminicídio é uma chaga que atravessa todas as fronteiras sociais. A morte de Marlene mostra que até mulheres treinadas para proteger vidas podem ser vítimas da violência de gênero. É um chamado urgente para que a sociedade se una contra essa realidade cruel, transformando dor em luta e memória em justiça.
Que a família, amigos e colegas de farda encontrem conforto na lembrança da dedicação e coragem de Marlene. Que sua história ecoe como um chamado à consciência coletiva, para que nenhuma mulher seja mais vítima da violência. À sociedade, fica o compromisso de honrar sua memória com a construção de um futuro de respeito, igualdade e paz.
FONTE: Metrópoles
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