Os suspeitos foram identificados como Lucas Vitor Costa Fontenele, Amanda Rafaela Santos Coutinho e Rodrigo Matheus Muniz da Silva. Segundo as investigações, o grupo utilizava dados pessoais de terceiros, obtidos ilegalmente em sistemas digitais, para abrir contas bancárias fraudulentas. A partir disso, realizavam empréstimos consignados, saques e compras, gerando prejuízos tanto para as vítimas quanto para instituições financeiras.
Um dos casos apurados ocorreu no início de abril, quando um empréstimo no valor de R$ 39.100 foi contratado sem autorização em nome de uma vítima, em uma agência do Banco do Brasil. O valor foi dividido em 70 parcelas, o que, segundo a polícia, indica tentativa de dificultar a identificação da fraude.
As investigações apontam ainda que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas. Um dos suspeitos seria responsável por recrutar pessoas para participar das ações, enquanto outro fazia a ligação com demais integrantes do esquema, incluindo um suposto líder com atuação fora do estado. Já a mulher teria participação direta na abertura de contas e realização das operações fraudulentas.
No dia da prisão, os três foram flagrados ao tentar abrir uma nova conta bancária utilizando identidade falsa em uma agência localizada na Avenida Bezerra de Menezes, em Fortaleza. A polícia já monitorava a movimentação do grupo e conseguiu realizar a abordagem no momento da ação.
Durante a prisão, os suspeitos confessaram envolvimento no esquema e relataram a prática de diversos crimes semelhantes. Até o momento, pelo menos cinco vítimas foram identificadas, mas a polícia acredita que o número pode ser maior.
Os investigados podem responder por crimes como estelionato, falsificação de documentos, uso de documento falso, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
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